Bases pedem Cobalchini federal; incansável, prefeito Ari luta pela pavimentação da SC-120 e outras notas

Prefeito de Timbó Grande, Ari Galeski, se esforça para conseguir a pavimentação da rodovia SC-120, ligando Canoinhas a Caçador, passando por Timbó Grande. Leia também nesta coluna outras notas como a indignação dos caçadorenses com a BRK que já os faz sentir saudades da Casan

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Cobalchini federal

Nas internas se fala muito, mas em público o assunto ainda não tinha tomado corpo. Pois bem, tomou. Durante a entrega de uma ponte no interior de Timbó Grande, semana passada, o nome do deputado estadual, Valdir Cobalchini (MDB) foi praticamente lançado para disputar uma cadeira na Câmara Federal em 2022.

O vice-prefeito Amauri Furtado de Souza (PDT) puxou o assunto. “Não quero mais ver você como deputado estadual e sim como deputado federal”, disse. Ele foi acompanhado do prefeito Ari Galeski, que ressaltou que é justo que Cobalchini busque uma vaga como deputado federal pela lista de serviços prestados a todo o Estado.

Para a região do Meio-oeste seria muito interessante Cobalchini como deputado federal. Preenche o espaço deixado por Jorginho Melo que se transformou em Senador e com certeza saberia como poucos defender nossos assuntos em Brasília. Quando a sua cadeira na Alesc, com certeza temos outros nomes para preencher essa vaga, inclusive de Caçador.

Câncer

Por falar em Cobalchini, o parlamentar vem batendo forte em uma pauta que interessa a todo mundo em Caçador e Meio-oeste. Quem não tem alguém na família que sofreu ou sofre com câncer? Cobalchini quer que o Estado traga o atendimento mais próximo da região, habilitando especialidades aqui. Não é pequena a quantidade de pessoas que sofre na estrada, com deslocamentos desgastantes, ou que fica na fila de espera, para tentar ao menos amenizar os estragos da doença ou até curá-la.

Audiência pra nada

Vereador Marcos Creminácio (PDT) resolveu propor uma audiência pública pra definir “nada”. Explico: com a Reforma da Previdência aprovada em Brasília, os municípios precisam ajustar os descontos para os seus institutos próprios. Pela lei federal ficou estabelecido o desconto mínimo de 14%.

A prefeitura de Caçador enviou à Câmara o Projeto de Lei Complementar n° 021/2019, que prevê a alteração na alíquota de contribuição do Regime Próprio de Previdência Social de 11% para 14%, ou seja, o mínimo definido pela lei federal, nem a mais e nem a menos (a menos não podia mesmo).

Uma audiência pública deve ser convocada quando o assunto precisa da opinião das pessoas para alterações no projeto em questão. Só que neste caso, não teria muito que alterar, a não ser que fosse para aumentar o valor, algo que, lógico, os servidores não iriam propor nunca.

Então, neste caso, a audiência do vereador Creminácio nada mais foi do que, à primeira vista, uma tentativa de fazer uma politiquinha com os servidores em um ano eleitoral.

Bem interessante…

Incansável, prefeito Ari luta pela pavimentação da SC-120

O prefeito de Timbó Grande, Ari Galeski (MDB) não vai descansar enquanto não ver a rodovia estadual, SC-120, que liga o Planalto Norte, saindo de Canoinhas, passando por Timbó Grande, até Caçador, pavimentada.

Em solenidade de entrega de uma ponte sobre o rio Caçador Grande, no interior de Timbó Grande, na semana passada, ele lembrou ao presidente da Amarp, prefeito de Tangará, Nadir Baú da Silva, que a pauta é conjunta de todos os municípios e abraçada pela entidade. “Estamos brigando juntos com o governo do Estado, pois vai favorecer toda a região”, disse.

Também aproveitou a presença do deputado Cobalchini e pediu ajuda no pleito. Na visão do prefeito, se a obra custar R$ 200 milhões, é barato, pois vai influenciar no desenvolvimento de 10% do território catarinense. “Essa região é como uma grande fazenda que precisamos passar uma rodovia pelo meio para desenvolver”, frisou.

Incansável, nesta semana ele esteve em Florianópolis, com o Secretário da Casa Civil do Estado Douglas Borba, tratando dos encaminhamentos para os projetos de pavimentação da SC-120. De acordo com o prefeito, o secretário Douglas ligou para o Secretário da Infraestrutura que explicou que por ser uma prioridade da Amarp, o Governo pautou como uma obra que vai ser priorizada.

O prefeito ouviu que o trecho entre Caçador e Timbó Grande, primeiro precisará ser estadualizado, para que num segundo momento a obra possa ser executada pelo Estado. “Pois ali é um trecho de rodovias municipais de Caçador, Lebon Régis e Timbó Grande”, explica. Quanto ao trecho Timbó Grande-Canoinhas, que já é estadual, o Secretário reforçou que este ano já está previsto no Orçamento Estadual os recursos para o projeto.

Como muda…

Vereadora Cleony Figur (PSD):

Na gestão Beto Comazzetto nada podia.

Agora, na gestão Saulo Sperotto, tudo pode. Esta é a nota!

Saudades da Casan

Como tem caçadorense com saudades da Casan. Essa BRK é tão ruim, mas tão ruim, que chegou a fazer-nos ter saudades da Casan. Tarifas altas e falta de água por todo canto. Voltaremos ao assunto nas próximas colunas. O povo cansou!

Bem cotado

Nas bolsas de apostas o nome de Almir Dias, que deverá ser pré-candidato a vereador em Caçador pelo PSD cresce. Apoiado pelo ex-vereador Jorge Savi, há quem diga que uma das cadeiras do Legislativo Municipal será dele.

PSD

Resumindo a conversa do PSD com o ex-prefeito Beto Comazzetto: “fluiu, mas não evoluiu”.

Município presta contas 

Com a finalidade de demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais referentes ao 3º quadrimestre do exercício de 2019, a Câmara de Caçador, através da Comissão de Finanças, Orçamento e Contas do Município, promoveu audiência pública na sexta-feira (28).
Os trabalhos foram conduzidos pela presidente da Comissão, vereadora Cleony Figur, e a apresentação realizada pela controladora interna da prefeitura, Daniele Ariatti, auxiliada pelos contadores Sérgio Inhaia e Rafael Guilard, além da contadora geral do Executivo, Claudete Leidens.

Os dados apresentados apontam que o Município fechou 2019 com uma receita orçamentária de R$ 242,8 milhões, gerando um superávit de quase R$ 9 milhões em relação as despesas executadas empenhadas.

Na educação, o percentual investido ficou em 26,64 e na saúde em 25,9%, superando os limites mínimos previstos em Lei de 25% e 15% respectivamente.

Já em relação aos gastos com pessoal, os números demonstraram que o Município fechou o ano acima do limite prudencial (51,3%), mas se atingir o limite máximo de 54% da receita corrente líquida. O percentual ficou em 51,71%.

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