Acordo levará Fically à presidência da Câmara, o ostracismo de Cobalchini e outras

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Acordo levará Fically à presidência da Câmara

Se tudo ocorrer como esperado, na primeira sessão ordinária do ano da Câmara de Caçador, dia 3 de fevereiro, o vereador Itacir Fiorese, o Fically (PDT), assumirá a presidência da Casa. Trata-se de um acordo muito bem amarrado que conta com a renúncia do atual presidente, Alcedir Ferlin (MDB) que até teria direito a mais um ano, mas abre mão para o colega conforme acerto em 2018.

Lilo nem na Mesa ficará. Com sua renúncia e de Fically, que atualmente é o segundo secretário, haverá eleição para esses dois cargos. Ainda não há informações precisas se outros vereadores pleitearão as vagas. Se for mantido o acordo que elegeu Lilo, no ano passado, Fically tem tudo para ascender à presidência e em na segunda secretaria um vereador do MDB poderá ser indicado.

Ainda compõem a Mesa o vice-presidente, Adriano Pares (PSDB) e a primeira secretária, Cleony Figur (PSD), que deverão ser mantidos nos postos.

Palavra

Como falei no início da nota anterior, “se ocorrer como esperado”. É claro que existem articulações para mudança desse acordo, entre vereadores que não se sentem contemplados. O Legislativo municipal tem histórico de vereadores que roeram a corda e não cumpriram acordo. Mas, em outros tempos. Nos dias atuais, quando as redes sociais expõem diariamente a posturas dos políticos, um vereador não cumprir com a palavra em um acordo é quase um suicídio político. De qualquer forma, é bom esperar dia 3 para ver se essa tendência se confirma.

O ostracismo de Cobalchini

Aconteceu nesta semana, no apartamento da deputada estadual, Ada De Luca, em Florianópolis, a primeira reunião do ano da Bancada do MDB. Debatidos alguns temas interessantes, até porque será um ano em que o governador Carlos Moisés (PSL) estará encurralado e precisará de apoio como nunca na Alesc. Em 2019, governador e MDB namoraram. Agora, ou casam, ou separam, ainda mais em ano de eleições municipais.

Registrar a ausência do deputado de Caçador, Valdir Cobalchini. Segundo o MDB, este não foi localizado, pois não há sinal de celular em seu sítio, no interior de Caçador, onde o parlamentar goza de férias deste o final do ano passado. Na verdade, desculpa esfarrapada. Cobalchini e a Bancada do Manda Brasa não falam a mesma língua há tempos.

Alguns dirão que é desde a eleição da presidência da Alesc, em 2019, quando Cobalchini aspirava a presidência e foi preterido pelo partido. Mas, quem lê a política estadual com mais profundidade sabe que o distanciamento começou quando o deputado ocupou a Secretaria de Estado de Infraestrutura. Para ter a pasta, Cobalchini prometeu que não correria a deputado estadual na eleição seguinte. Comprometeu-se com os deputados estaduais a concorrer a Federal e apoiar suas candidaturas. Mas, na última hora roeu o acordo e reelegeu-se estadual. Seus pares no MDB nunca o perdoaram por isso.

Alencar, prefeito em exercício

Desde terça (21) o vice-prefeito, Alencar Mendes (DEM) comanda a prefeitura de Caçador, durante o período de férias do prefeito, Saulo Sperotto (PSDB). Esta é a quarta vez que Alencar assume como prefeito interino, na ausência de Saulo. “Agradeço a confiança mais uma vez. Vamos dar continuidade aos trabalhos frente à Prefeitura”, finalizou Alencar.

Show de Prêmios do Maicé

Na próxima terça (28), às 19h30min, acontece na Sede Social da Alfa Transportes (anexo a empresa) jantar de apresentação do Show de Prêmios, em prol do Hospital Maicé. É um evento exclusivo para a imprensa de Caçador e região. Na ocasião serão apresentados os detalhes da ação, cujo prêmio principal é o Caminhão doado pela DAF e Grupo Barigui no final do ano passado.

A grama que estava aqui

Na coluna passada publiquei uma nota criticando os moradores que roubam bens públicos como tampas de bueiros ou a grama de rótulas que foram revitalizadas pela prefeitura de Caçador. Mas, e quando é a própria prefeitura que desperdiça recurso público? Atento leitor encaminha pra coluna fotos do aterro que a administração municipal faz na rótula da Transrodace. A grama já estava ali e agora, provavelmente, dinheiro público será “desperdiçado”, plantando uma nova grama sobre a terra que foi depositada no local. Alguém vai ganhar pelo serviço e a grama que já estava plantada no local foi pelo ralo. Assim como o morador que rouba grama, o agente público que desperdiça “grana” publica também deve ser punido, ou deveria.

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